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Para enviar eventos estruturados da aplicação .NET 10 ao Grafana Loki, use o sink Serilog.Sinks.Grafana.Loki. Para coletar a saída de contêineres Docker, considere o Docker logging driver do Loki. São caminhos diferentes: Serilog captura eventos no código da aplicação; o driver captura logs do contêiner. A escolha depende do contexto necessário, da plataforma e de como você quer lidar com uma indisponibilidade do Loki.
Escolha onde capturar os logs
| Opção | O que captura | Quando considerar | Limitações importantes |
|---|---|---|---|
| Serilog com sink para Loki | Eventos estruturados emitidos pela aplicação, com contexto que o código registra. | Quando os logs precisam incluir propriedades da aplicação e ser enviados diretamente ao Loki. | O sink é um projeto comunitário; sua documentação declara compatibilidade, mas isso não equivale a uma garantia de suporte comercial da Grafana. |
| Docker Loki logging driver | Saída de logs do contêiner encaminhada pelo host Docker. | Quando o objetivo é coletar logs de contêiner sem configurar um sink em cada aplicação. | É um cliente de terceiros, requer instalação em cada host Docker e não é suportado em Windows. |
| Grafana Alloy ou pipeline OTLP | Uma pipeline mais ampla de telemetria, com logs enviados ao Loki por OTLP HTTP. | Quando a operação deve se apoiar em um coletor de telemetria, em vez de integrar cada aplicação diretamente. | A configuração depende do endpoint e dos recursos de metadados estruturados disponíveis na versão do Loki. |
Essas opções podem coexistir para cobrir necessidades diferentes. Defina primeiro se precisa de eventos instrumentados da aplicação, stdout/stderr do contêiner ou uma pipeline comum para mais sinais. Depois considere plataforma, operação e tolerância a falhas. A documentação da Grafana classifica o Docker driver entre clientes de terceiros e distingue seu compromisso de suporte daquele do Alloy: documentação do cliente Docker driver.
Enviar logs da aplicação com Serilog
O README do sink Serilog.Sinks.Grafana.Loki declara suporte a net8.0, net9.0 e net10.0, e exige Serilog 4.3.1 ou posterior. Ele permite configuração com Serilog.Settings.Configuration, envio estruturado por HTTP, lotes assíncronos e labels; a integração com TraceId e SpanId é opcional. Consulte o README para a configuração compatível com as versões dos pacotes que seu projeto utiliza: Serilog.Sinks.Grafana.Loki no GitHub.
Configurar o destino
Informe ao sink a URI base do Loki. Segundo o README, o sink acrescenta /loki/api/v1/push ao endereço fornecido; portanto, não trate a URI configurada como se já fosse necessariamente o endpoint completo de push. Defina também labels que ajudem a identificar serviço e ambiente, sem transformar valores de alta cardinalidade — como IDs únicos por requisição — em labels indiscriminadamente. O projeto do sink documenta a configuração e os parâmetros aceitos.
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Separar aplicação e infraestrutura
Mantenha o código que emite eventos separado dos detalhes do destino. Configure a URI e eventuais credenciais pela configuração de implantação, não por valores secretos gravados no repositório. Antes de adotar o sink, decida quais propriedades serão registradas e quais labels serão indexadas; retenção, segurança, volume e custo dependem da implantação e não são definidos pela compatibilidade do pacote.
Coletar logs de contêiner com o Docker driver
O Loki Docker logging driver encaminha logs do contêiner diretamente ao Loki e pode descobrir labels de contêiner ou serviço conforme o ambiente. Ele precisa ser instalado em cada host Docker em que será usado. A documentação apresenta configurações por contêiner, pelo daemon e em Compose/Swarm: instalação e configuração do Docker driver.
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Configurar por contêiner
Use as opções de logging do Docker para selecionar o driver e informar suas opções. A documentação do plugin mostra o uso de --log-driver e --log-opt, incluindo endpoint de push, tamanho de lote, timeout e retries. Escolha esses parâmetros deliberadamente: eles afetam o envio e o comportamento durante falhas do destino.
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Configurar pelo daemon
O driver também pode ser definido no daemon.json. Nesse formato, valores numéricos e booleanos em log-opts devem ser escritos como strings. Verifique a sintaxe e os nomes de opção na documentação do driver antes de reiniciar o daemon; uma configuração inválida pode impedir que o Docker aplique o logging driver esperado.
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Configurar em Compose ou Swarm
Em Compose ou Swarm, declare a configuração de logging no serviço apropriado. Isso torna a intenção visível na configuração de implantação, mas não elimina a necessidade de instalar o plugin nos hosts Docker. Mantenha tokens e outras credenciais fora dos arquivos versionados e injete-os por um mecanismo de segredos adequado à plataforma.
Entender logs locais e indisponibilidade do Loki
Por padrão, o Docker driver combina o envio ao Loki com o driver json-file, o que preserva a possibilidade de consultar docker logs. Se configurar no-file=true, o Docker deixa de criar esses arquivos locais e docker logs fica indisponível para esses contêineres. Se precisar de rotação local, configure explicitamente as opções correspondentes; não presuma que as configurações gerais padrão de json-file serão aplicadas automaticamente às opções do plugin.
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O driver mantém logs em memória enquanto tenta enviá-los. Se o Loki estiver indisponível e o limite de retries for atingido, entradas podem ser descartadas. Retries ilimitados podem evitar o descarte por esgotamento do limite, mas também podem fazer o daemon Docker esperar indefinidamente ao processar logs durante a remoção de um contêiner. Nenhuma dessas escolhas é universal: alinhe a política de retries com os requisitos de disponibilidade, armazenamento local e comportamento operacional do serviço. A semântica é descrita na documentação do Docker driver.
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Usar Alloy ou OTLP para uma pipeline mais ampla
Grafana Alloy é a opção da Grafana para pipelines de telemetria e é compatível com OpenTelemetry Collector. O Loki também aceita logs via OTLP HTTP. Em um Collector, a documentação do Loki indica o exporter otlphttp com o endpoint base apropriado; não presuma que ele use exatamente a mesma configuração de endpoint do sink Serilog ou do Docker driver. Consulte envio de logs OpenTelemetry ao Loki e a documentação do Grafana Alloy.
Para ingestão OTLP, structured metadata precisa estar habilitada. Ela vem habilitada por padrão no Loki 3.0 ou posterior, segundo a documentação de ingestão; em uma instalação diferente, confirme a configuração antes de depender desse recurso.
Verificar a versão e o ciclo de suporte do .NET
.NET 10 foi lançado em 11 de novembro de 2025 como versão LTS. Na página oficial consultada em 7 de outubro de 2026, o patch mais recente indicado era 10.0.12, publicado em 8 de setembro de 2026, com fim do suporte em 14 de novembro de 2028. Essas informações mudam: confirme o patch atual e o ciclo de suporte na política oficial de suporte do .NET antes de implantar, e mantenha o runtime atualizado.
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